Responsabilidade Social

Como um dos três pilares que sustenta a base de atuação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a Responsabilidade Social caracteriza-se por ser um conjunto de ações planejadas que são orientadas pelos seus valores com o propósito de contribuir com o avanço sistêmico da saúde no Brasil.

Parcerias Públicas

O Brasil é um país de dimensões e realidades sociais distintas, o que torna a saúde pública no país um desafio. Para garantir que os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) assegurem acesso integral, universal e igualitário à população, foi criado o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), que viabiliza projetos de educação, pesquisa, avaliação de tecnologias, gestão e assistência, voltados ao fortalecimento da saúde pública brasileira.

Projetos de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde – PROADI-SUS

Desde 2008, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz faz parte do grupo de cinco hospitais de excelência do Ministério da Saúde. Na prática, o Hospital atua para desenvolver processos de excelência voltados para o apoio à gestão, capacitação, incorporação de tecnologias, assistência e pesquisa via PROADI-SUS.

Projetos Triênio 2018-2020

Objetivo: apoiar o Programa Nacional de Segurança do Paciente na qualificação da gestão de 21 hospitais públicos, por meio da utilização de um instrumento de avaliação que visa o custo-efetividade da assistência, a alocação adequada de recursos e a implementação de boas práticas, baseado em legislações vigentes que promovam a qualidade e segurança do paciente e contribuam para melhoria dos desfechos clínicos.
Objetivo: formular uma metodologia para critério de rateio dos recursos federais para custeio das ações/serviços públicos de saúde municipais, por meio da realização de um estudo comparativo entre os critérios utilizados em serviços públicos (Brasil e exterior), construção de um painel de indicadores que considere, entre outras dimensões, as necessidades de saúde populacional, dimensão epidemiológica, demográfica e socioeconômica.
Objetivo: consolidar a Rede Colaborativa por meio da Estratégia Apoiador COSEMS – Conselho dos Secretários Municipais de Saúde (implantada nas 26 unidades federativas em 2017), formando assim integrantes da Rede Colaborativa de forma teórico-prática, por meio de Educação Permanente (EP), e construindo subsídios juntamente às diretorias dos COSEMS e coordenadores de apoio para promover a sustentabilidade e o fortalecimento da gestão municipal do SUS.
Objetivo: fortalecer a gestão estratégica estadual do SUS, por meio da oferta de apoio técnico à elaboração do planejamento estratégico nas Secretarias Estaduais de Saúde aderentes. Propõe-se como produtos diretos do projeto o Mapa Estratégico, o Plano de Ação e a Tábua de Indicadores, para monitoramento de planos de ação a serem construídos.
Objetivo: apoiar o SUS na estruturação do Registro Eletrônico de Saúde (RES), com o qual são esperados os seguintes benefícios na saúde digital após sua implementação: melhor atenção em saúde em todos os seus aspectos, integração entre os processos de saúde, conhecimento para tomada de decisão, vigilância em saúde e promoção de saúde.
Objetivo: apoiar os gestores do SUS, sejam eles municipais, estaduais e/ou federais, no seu processo de planejamento das ações e no monitoramento de indicadores e metas pactuadas. Desta forma é possível realizar tomada de decisões por meio de informações estratégicas mais acessíveis, qualificadas e georreferenciadas, possibilitando uma análise mais eficiente na avaliação situacional de saúde.
Objetivo: considerando a iniciativa do Ministério da Saúde com a publicação do documento Estratégia e-Saúde para o Brasil, no qual se alinham as diretrizes aos princípios do SUS, e a política de governo eletrônico, o projeto nasceu com o objetivo de acumular um conjunto de experiências de atores envolvidos historicamente no desenvolvimento de tecnologias de comunicação e informação em saúde, incluindo profissionais especialistas, gestores, pesquisadores, representantes de entidades e de conselhos de classe, tendo como premissa desenvolver um plano de ação, monitoramento e avaliação que permita integrar políticas, programas e ações de saúde, serviços e sistemas de informação e comunicação, mecanismos de financiamento, infraestrutura, governança, tecnologia e recursos humanos que sustentem a implantação e evolução da Estratégia da e-Saúde.
Objetivo: o projeto tem como ponto central dar subsídio para a qualificação do cuidado com foco na gestão dos Serviços de Atenção Domiciliar (SAD), proporcionando maior adesão a novos procedimentos complexos e processos de qualidade. Para esse fim, o projeto terá os seguintes produtos:

  • Simpósio Nacional de Atenção Domiciliar;
  • Oficinas de qualificação para gestores (melhorias de processos);
  • Visitas técnicas temáticas aos serviços de referência de atenção domiciliar com elaboração de material de apoio;
  • Ferramentas virtuais de apoio à aprendizagem e integração entre as equipes;
  • Pesquisa científica que abordará o tema da Ventilação Mecânica Invasiva Domiciliar.
Objetivo: apoiar a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) na elaboração de uma metodologia para implantação de um sistema de Gestão da Qualidade nos serviços de vigilância sanitária estaduais e municipais.
Objetivo: incorporar processos e práticas de monitoramento e avaliação das ações de regulação e vigilância sanitária à governança organizacional da Anvisa, validando uma modelagem de avaliação aplicável ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.
Objetivo: o em seu 4º triênio, o projeto tem o objetivo de desenvolver ações para o fortalecimento da Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) no País, como a produção de estudos originais, a capacitação e formação de profissionais de diversos níveis por meio de cursos introdutório e intermediário em ATS, um MBA em Economia e ATS e a elaboração de guias e diretrizes metodológicas.
Objetivo: disseminar conceitos básicos, capacitar e formar especialistas na área de pesquisa clínica por meio de três cursos: Curso Introdutório (EAD – autoinstrucional); Curso Intermediário (EAD – tutorado) e Curso de Especialização Lato Sensu em Pesquisa Clínica (EAD – presencial).

Os resultados esperados são promover a autonomia e autossuficiência no Brasil na área de pesquisas clínicas que sejam genuinamente brasileiras, bem como fornecer subsídios para a elaboração de protocolos clínicos e construção de políticas públicas brasileiras.

Objetivo: capacitar médicos que atuam como supervisores, preceptores ou participam da implantação de programas de Residência Médica (RM), visando o desenvolvimento pedagógico e de gestão, em especial nas áreas de Medicina Geral de Família e Comunidade e áreas de atendimento da Atenção Básica, para aprimorar e contribuir com o fortalecimento das políticas públicas de expansão e qualificação da RM no Brasil.
Objetivo: seguindo a Política Nacional de Segurança do Paciente, o Ministério da Saúde criou um projeto colaborativo entre os cinco hospitais de excelência para a melhoria da segurança do paciente, ao propor a implementação das diretrizes para prevenção e redução de infecções relacionadas à cateter venoso central, infecção em trato urinário e pneumonia associada à ventilação mecânica, em unidades de terapia intensiva adulto, em 120 hospitais no território nacional. O projeto contribuirá com o Sistema Único de Saúde na diminuição da incidência de infecções hospitalares relacionadas à assistência e na implantação do modelo de melhorias contínuas e segurança do paciente.
Objetivo: formar as equipes médicas e multiprofissionais dos hospitais supervisionados, no cuidado ao paciente bariátrico pela técnica de videolaparoscopia; apoiar a Secretaria de Atenção à Saúde no acompanhamento da evolução do registro do procedimento de gastroplastia por videolaparoscopia após a incorporação da tecnologia.
Objetivo: produzir conhecimento sobre o desenvolvimento do Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes, a partir do referencial teórico da Avaliação Baseada na Teoria do Programa, com o intuito de contribuir para o seu aperfeiçoamento no que se refere a oportunidades de melhorias de gestão e otimização dos recursos nele aplicados.
Objetivo: avaliar a eficácia da teleconsulta comparada à consulta presencial de pacientes portadores de diabetes mellitus tipo 2 atendidos na Atenção Básica e que preencham os critérios para encaminhamento à Atenção Especializada. Espera-se que o projeto auxilie o SUS no rompimento de barreiras geográficas, ampliação do acesso aos médicos especialistas, diminuição de custos e aumento da resolubilidade, com base nas necessidades em saúde da população.
Objetivo: fortalecer a Atenção Básica por meio da capacitação, qualificação dos serviços de assistência farmacêutica e integração das práticas de cuidado na equipe de saúde, na tentativa de organizar a assistência farmacêutica na Atenção Básica, realizar construções coletivas das estratégias de produção de saúde e incorporação de aptidões políticas e de relacionamento no processo de cuidado.
Objetivo: validar uma metodologia para redução do tempo de análise e aumento da acurácia na fase de operação da gestão dos equipamentos, para aumentar a disponibilidade ao menor custo, especialmente em EAS’s que não possuem engenharia clínica, assegurando a qualidade e segurança do usurário e profissional de saúde na utilização destes equipamentos.
Objetivo: apoiar o desenvolvimento de atividades da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, no que confere ao desenvolvimento de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas, monitoramento do horizonte tecnológico, capacitação e fortalecimento da comunicação com profissionais e usuários do SUS.
Objetivo: o projeto consiste em uma plataforma de pesquisas que inicia como um estudo observacional prospectivo e colaborativo, entre os cinco hospitais de excelência do Ministério da Saúde, também denominados Hospitais coordenadores. O projeto tem o objetivo de estabelecer uma plataforma de pesquisa colaborativa para apoiar o Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos.

 

Projeto Reestruturação de Hospitais Públicos – RHP

Projeto Reestruturação de Hospitais Públicos – RHP

I Simpósio Nacional para Gestores da Atenção Domiciliar

I Simpósio Nacional para Gestores da Atenção Domiciliar

SAP 4

4ª Sessão de Aprendizagem no Projeto Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil que contou com a participação de 531 pessoas

Instituto Social Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Criado em 2014, o Instituto Social Hospital Alemão Oswaldo Cruz é uma Organização Social de Saúde (OSS), ou seja, uma associação sem fins lucrativos, que tem por finalidade desenvolver e fomentar atividades de promoção, proteção e assistência à saúde, pesquisa e ensino, entre outras ações sociais, de forma isolada ou por meio de parcerias com órgãos públicos e entidades congêneres.

O Instituto Social segue a excelência médica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, orientado por suas políticas, programas, normas e rotinas, acolhimento e assistência diferenciados. Em suas parcerias público-privadas, que desde 2009 estão evidenciadas no apoio ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), o Instituto Social atua na capacitação de recursos humanos, pesquisas de interesse público, estudos de avaliação e incorporação de tecnologias e no desenvolvimento de técnicas e gestão dos serviços de saúde pública do país.

Com foco na gestão dos equipamentos públicos, o Instituto Social reúne profissionais de excelência nas áreas de gestão, engenharia, tecnologia da informação, controle financeiro e assistencial multiprofissional, priorizando resultados assistenciais com foco na humanização e segurança do paciente e a administração eficiente, eficaz e inovadora.

Complexo dos Estivadores

O Complexo Hospitalar dos Estivadores, hospital público da Prefeitura Municipal de Santos, conta atualmente com 223 leitos em operação e atua nas especialidades materno-infantil, clínica médica e clínicas cirúrgicas, com foco no atendimento individualizado multidisciplinar, integral, humanizado e centrado no paciente e na família, seguindo o padrão de excelência do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

O Complexo é administrado pelo Instituto Social desde o início do funcionamento em 2 de fevereiro de 2017, por meio de um contrato de gestão, que visa também a excelência na prestação de contas aos gestores do poder público.

A transparência é um dos valores fundamentais do Instituto Social Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Para a realização de ações de interesse público, as entidades privadas sem fins lucrativos recebem recursos públicos diretamente do orçamento ou mediante subvenções sociais, contrato de gestão, termo de parceria, convênios, acordo, ajuste ou outros instrumentos congêneres, conforme as leis federal nº 12.527/2011 e municipais nº 2947/2013 e nº 3.330/2016, no que se refere à parcela de recursos públicos recebidos e à sua destinação.

Complexo Hospitalar dos Estivadores
Seguindo o padrão de excelência do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o Complexo atua nas áreas materno-infantil, clínica e cirúrgica, com foco no atendimento individualizado, multidisciplinar, integral, humanizado e centrado no paciente e na família.

Capacidade do Complexo

Leito

11,6 mil m²
223 leitos, sendo:

  • 150 leitos de internação;
  • 36 leitos de alojamento conjunto;
  • 20 leitos de UTI e UCI neonatal;
  • 17 leitos de UTI.
Sala de Cirurgia

6 salas cirúrgicas, sendo:

  • 2 salas cirúrgicas – CO;
  • 4 salas cirúrgicas.

5 salas de PPP (pré-parto, parto, pós-parto).

Transparência

Um dos valores fundamentais do Instituto Social Hospital Alemão Oswaldo Cruz é a transparência. As entidades privadas sem fins lucrativos que recebem, para a realização de ações de interesse público, recursos públicos diretamente do orçamento ou mediante subvenções sociais, contrato de gestão, termo de parceria, convênios, acordo, ajuste ou outros instrumentos congêneres se submetem às leis federal nº 12.527/2011 e municipais nº 2947/2013 e nº 3.330/2016, no que se refere à parcela de recursos públicos recebidos e à sua destinação.

Os serviços são prestados da mesma forma como são executados pelo Poder Público: contínuos, submetidos a controle e fiscalização, e gratuitos.

São diretrizes da gestão compartilhada:

  • Contínuo aperfeiçoamento, modernização, inovação e ampliação dos serviços e atividades desenvolvidas em benefício da população;
  • Ênfase na qualidade do atendimento ao cidadão-usuário, nos resultados qualitativos e quantitativos e nos prazos pactuados;
  • Controle social das ações de forma transparente e contínua.

Outras informações deverão ser solicitadas diretamente aos órgãos e entidades responsáveis pelo repasse dos recursos.

Estrutura de Governança

Conselho de Administração.

Julio Muñoz Kampff
Presidente.

Marcelo Lacerda
Vice-Presidente.

Bruna Jacobina
Conselheira.

Dietmar Frank
Conselheiro.

Edgar Garbade
Conselheiro.

Fátima Silvana Furtado Gerolin
Conselheira.

Mário Probst
Conselheiro.

Paulo Vasconcellos Bastian
Conselheiro.

Dr. Antonio da Silva Bastos Neto
Conselheiro.

Conselho Fiscal

Ernesto Niemeyer Filho
Presidente.

Michael Lehmann
Vice-Presidente.

Beate Boltz
Conselheira.

Weber Porto
Conselheiro.

Kurt Hupperich
Conselheiro.

Gestão Executiva

Ana Paula Pinho
Diretora do Instituto Social Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) – Ouvidoria
Av. Conselheiro Nébias, 401 – Encruzilhada – Santos – SP.
CEP: 11045-910.
Telefone: +55 13 3228-3000.
ouvidoriache@ishaoc.org.br.
Horário de Atendimento: segunda a sexta, das 8h às 17h.

Ouvidoria Municipal.