Verão potencializa a ocorrência de infecções gastrointestinais

Armazenamento e preparo inadequado de alimentos propicia ação de vírus e bactérias

São Paulo, 31 de janeiro de 2019 – O Verão é a estação do ano mais aguardada pelos brasileiros, que aproveitam o período para frequentar as praias. Apesar de oferecer momentos de lazer e diversão é também um ambiente de risco para a saúde. Neste período é comum a ocorrência de infecções gastrointestinais causadas por vírus, pois se disseminam principalmente por meio de água e alimentos contaminados.

Segundo dados do Relatório de Surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos no Brasil (2016), no período de 2007 a 2016, 118.104 brasileiros foram acometidos por Doença Transmitida por Alimento (DTA). Desses casos, 14,5% foram hospitalizados e 0,09% vieram a óbito.

O armazenamento incorreto dos alimentos consumidos ao longo do Verão influencia diretamente nos casos de infecção digestiva, pois temperaturas elevadas favorecem a multiplicação de bactérias e produção de toxinas que aumentam o potencial da doença se manifestar.

“Alimentos devem ser armazenados na temperatura correta, em geral resfriados ou congelados, evitando-se períodos prolongados em temperatura ambiente antes do consumo”, explica o infectologista da Unidade Referenciada Oswaldo Cruz Vergueiro do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Dr. Filipe Piastrelli. Ainda de acordo com o médico, devem ser consumidos alimentos e bebidas de procedência conhecida, com acondicionamento adequado.

O infectologista indica algumas medidas a serem adotadas diante de alimentos comuns nas praias como sorvetes, mates gelados, frituras, espetos e porções de peixes. “Não há necessidade de evitá-los, mas devem ser consumidos em estabelecimentos comerciais confiáveis. Também é indicado ingerir apenas bebidas industrializadas, com embalagem intacta. Evitar também banhos em praias, lagoas e rios com águas impróprias”.

As viroses gastrointestinais e as intoxicações alimentares podem provocar náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, mal-estar, fraqueza, dores pelo corpo e dor de cabeça. Além desses sintomas, pode causar desidratação e aumentar o risco para infecções bacterianas secundárias. Em crianças pequenas e idosos, essas complicações podem ser fatais. Desta forma, manter uma boa hidratação impede que se chegue à um quadro mais grave.

O uso de medicamentos sintomáticos para alívio da dor e repouso auxiliam na recuperação. Durante o período o indicado é consumir alimentos leves e hidratar-se com água e sucos naturais. Deve-se evitar alimentos ricos em gordura e derivados do leite, pois podem ter sua digestão dificultada durante ou após quadros de vômitos e diarreia.

“Os pacientes devem procurar um médico em caso de sintomas intensos, persistência ou piora dos quadros iniciais. Quanto mais cedo for o diagnóstico, maiores as chances de recuperação do paciente”, finaliza Dr. Filipe.

Sobre o Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Fundado por um grupo de imigrantes de língua alemã, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz é um dos maiores centros hospitalares da América Latina. Com atuação de referência em serviços de alta complexidade e ênfase nas especialidades de oncologia e doenças digestivas, a Instituição completou 121 anos em 2018. Para que os pacientes tenham acesso aos mais altos padrões de qualidade e de segurança no atendimento, atestados pela certificação da Joint Commission International (JCI) – principal agência mundial de acreditação em saúde –, o Hospital conta com um corpo clínico renomado, formado por mais de 3.900 médicos cadastrados ativos, e uma das mais qualificadas assistências do país. Sua capacidade total instalada é de 805 leitos, sendo 582 deles na saúde privada e 223 no âmbito público. Desde 2008, atua também na área pública como um dos cinco hospitais de excelência do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) do Ministério da Saúde.

Hospital Alemão Oswaldo Cruz – https://www.hospitaloswaldocruz.org.br/

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