Álcool, tabagismo e HPV estão entre os fatores de risco do câncer de cabeça e pescoço

Atualmente incidência vem aumentando em adultos jovens, entre 30 e 45 anos, que não fumam ou bebem em excesso.

São Paulo, 5 de julho de 2018 – Os cânceres de cabeça e pescoço são aqueles localizados nas regiões da cavidade oral, faringe, laringe e amígdalas. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que, neste ano, serão diagnosticados cerca de 20 mil novos casos, sendo atualmente o quinto tipo mais frequente entre os homens. Os adultos acima de 50 anos estão entre os mais acometidos pela enfermidade quando associada ao consumo de álcool e ao tabagismo. Contudo, esse tipo de câncer vem atingido cada vez mais os adultos jovens, entre 30 e 45 anos, que não fumam ou consomem bebida alcoólica em excesso.

Como forma de conscientizar a população para a prevenção desse câncer, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz adere à campanha “Julho Verde”, que simboliza o Dia Mundial do Câncer de Cabeça e Pescoço (27/7), e ilumina sua fachada de verde para chamar a atenção para este tema.

Segundo o cirurgião de cabeça e pescoço do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Dr. Erivelto Volpi, o tabagismo e o consumo excessivo de álcool são os principais responsáveis pelo surgimento deste tipo de tumor. Juntos, esses dois fatores aumentam em 19 vezes o risco de desenvolver a doença.

No entanto, nos últimos anos o HPV (Vírus do Papiloma Humano) se tornou um preocupante fator de risco. “Não fumar ou não beber não afasta o risco de câncer na região. Atualmente, surgem novos casos associados ao HPV entre a população jovem, por conta do comportamento sexual e da prática do sexo oral sem proteção. O INCA indica que 7% da população brasileira têm HPV oral, aquele transmitido por relação sexual”, explica o especialista.

Para prevenir o câncer de cabeça e pescoço é importante manter uma dieta rica em frutas, verduras e legumes, manter a higiene bucal, evitar o tabagismo e o consumo de álcool em excesso, e usar camisinha ao praticar sexo oral.

Também é importante estar atento aos sintomas como feridas na boca que não cicatrizam, sangramento espontâneo da parte interna da cavidade bucal, manchas brancas ou vermelhas, rouquidão contínua e mudanças no tom de voz e nódulos na região do pescoço.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico precoce é importante aliado do tratamento. “Mais de 95% dos tumores de cabeça e pescoço podem ser tratados de forma simples, se forem diagnosticados em estágios iniciais. Quanto mais precoce o tratamento é realizado, menos agressivo e mais eficaz ele é, deixando menos sequelas”, diz o cirurgião. “Uma equipe multidisciplinar composta por médicos oncologistas, cirurgiões de cabeça e pescoço, cirurgiões bucomaxilofacial, radio-oncologistas, além de psicólogos, nutricionistas e fonoaudiólogos, são capazes de oferecer atenção adequada em todas as fases da doença”.

A conduta do tratamento sempre vai depender de cada caso, entre as opções estão cirurgia, radioterapia ou ambos, associados ou não a quimioterapia. Atualmente, foi aprovado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o uso de terapia que estimula a resposta do sistema imunológico, capaz de aumentar a taxa de sobrevida e melhorar a qualidade de vida dos pacientes com a doença em estágio avançado.

Sobre o Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Fundado por um grupo de imigrantes de língua alemã, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz é um dos maiores centros hospitalares da América Latina. Com atuação de referência em serviços de alta complexidade e ênfase nas especialidades de oncologia e doenças digestivas, a Instituição completou 120 anos em 2017. Para que os pacientes tenham acesso aos mais altos padrões de qualidade e de segurança no atendimento, atestados pela certificação da Joint Commission International (JCI) – principal agência mundial de acreditação em saúde –, o Hospital conta com um corpo clínico renomado, formado por mais de 3.900 médicos cadastrados ativos, e uma das mais qualificadas assistências do país. Sua capacidade total instalada é de 805 leitos, sendo 582 deles na saúde privada e 223 no âmbito público.

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