Ministra da Saúde ressalta importância de máscaras para pessoas imunocomprometidas

Após confirmação de nova variante no Brasil, Nísia Trindade também falou sobre a necessidade de atualizar a carteira de vacinação contra a Covid.

Nísia disse que não há evidências de que Éris escape da proteção das vacinas

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, manifestou-se sobre o cenário da Covid-19 nesta sexta-feira (18), após a confirmação do primeiro caso da subvariante Éris no Brasil . Pelo Twitter, ela reforçou que “a vacina é ainda a melhor forma de proteção”.

“É importante colocar a carteira de vacinação em dia. Pessoas há mais de um ano sem vacina contra a Covid-19, principalmente aquelas em grupos prioritários, precisam receber a dose de reforço das vacinas bivalentes”, escreveu, acrescentando que “no momento, ainda não há evidências de que a EG.5 [Éris] ou BA.6 escapem à imunização ou impactem em casos graves”.

A idosa de 71 anos que desenvolveu Covid-19 após ser infectada pela Éris, ainda em julho, estava com esquema vacinal completo. Apresentou sintomas como febre, tosse, fadiga e dor de cabeça, mas se recuperou bem.

Recentemente, cientistas internacionais recomendaram a volta do uso de máscaras, diante do aumento de casos e hospitalizações por Covid-19 em vários países.

Aqui no Brasil, todavia, Nísia ressaltou que a orientação para o uso de máscaras é direcionada “apenas a pessoas imunocomprometidas” — indivíduos transplantados de órgãos sólidos, em tratamento contra o câncer, com doenças autoimunes, portadores de HIV/Aids ou com alguma imunodeficiência congênita.

A SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia) estende a recomendação do uso de máscaras para idosos e gestantes em locais fechados e com aglomeração de pessoas.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) classificou a subvariante Éris como de baixo risco para a saúde pública em nível global, uma vez que não apresentou mudanças no padrão de gravidade de doença (hospitalização e óbitos) quando comparada às demais.

Ainda, segundo a endocrinologista, o iogurte contém probióticos, que são bactérias benéficas que podem melhorar a saúde do intestino, onde muitas das células imunológicas do corpo são encontradas. Já o alho e o gengibre têm propriedades anti-inflamatórias e antimicrobianas que podem ajudar a fortalecer a resistência do corpo a infecções

A queda da temperatura e a proximidade do inverno geram apenas uma certeza ao brasileiro: lá vem a gripe! A época é de maior circulação de vírus respiratórios, e o único meio de prevenção é a vacinação, alerta o pneumologista Elie Fiss, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. No entanto, uma vez instalado o quadro, além dos medicamentos, é possível aliviar os sintomas e melhorar a imunidade por meio da dieta. “Os alimentos possuem alguns nutrientes que podem auxiliar o funcionamento do sistema imunológico e diminuir a inflamação corporal”, explica a nutricionista Vanessa Furstenberger

“As vitaminas C, D, E e minerais como zinco, selênio e ferro são fundamentais para a função das células imunes. Complementando esse trabalho, as proteínas contribuem para a produção de anticorpos que combatem infecções. Já as fibras alimentam bactérias boas no intestino, auxiliando na função imunológica, enquanto os ácidos graxos ômega-3 têm propriedades anti-inflamatórias que melhoram a resposta imunológica.
Portanto, uma dieta equilibrada e rica em nutrientes é vital para um sistema imunológico saudável”
, esclarece Thais Mussi, endocrinologista da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) sobre o auxílio dos alimentos à imunidade

Entre o que deve ser evitado estão as bebidas alcoólicas, alimentos ricos em gorduras e açúcar, laticínios, frituras e cafeína em excesso. Isso porque esses alimentos podem interferir na hidratação corporal e aumentar o processo inflamatório. Carla Falsete, otorrinolaringologista pela Aborl-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial), explica que alguns desses alimentos, ainda, podem aumentar a produção de muco e, consequentemente, o congestionamento nasal, dificultando a respiração

Os alimentos que são consenso entre os especialistas são aqueles ricos em vitamina C – entre eles as frutas cítricas e vegetais verdes folhosos. Isso porque a vitamina C aumenta a produção de glóbulos brancos, essenciais no combate às infecções. Podem ser destacados laranja, limão, kiwi, acerola e tomate

Thais elenca ainda alguns alimentos que ajudam na recuperação. Peixes e ovos são boas fontes de vitamina D, que ajudam a regular e a fortalecer o sistema imunológico. Carnes magras e legumes são ricos em zinco, crucial para o funcionamento normal do sistema imunológico. Nozes e sementes contêm vitamina E, um antioxidante poderoso que ajuda a manter o sistema imunológico saudável

O pneumologista destaca, também, o mel. Isso porque ele tem ação antitussígena, auxiliando na melhora desse sintoma. É recomendado, ainda, que seja ingerida uma grande quantidade de líquidos e que o paciente repouse para melhor recuperação do quadro gripal

Ainda, segundo a endocrinologista, o iogurte contém probióticos, que são bactérias benéficas que podem melhorar a saúde do intestino, onde muitas das células imunológicas do corpo são encontradas. Já o alho e o gengibre têm propriedades anti-inflamatórias e antimicrobianas que podem ajudar a fortalecer a resistência do corpo a infecções

A queda da temperatura e a proximidade do inverno geram apenas uma certeza ao brasileiro: lá vem a gripe! A época é de maior circulação de vírus respiratórios, e o único meio de prevenção é a vacinação, alerta o pneumologista Elie Fiss, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. No entanto, uma vez instalado o quadro, além dos medicamentos, é possível aliviar os sintomas e melhorar a imunidade por meio da dieta. “Os alimentos possuem alguns nutrientes que podem auxiliar o funcionamento do sistema imunológico e diminuir a inflamação corporal”, explica a nutricionista Vanessa Furstenberger

Data: 21/08/2023 Fonte: R7 Notícias - SP

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