Núcleo de Vias Biliares e Pâncreas

O conjunto de dutos que transportam a bile até a vesícula, onde a secreção se armazena – para depois ir para o intestino delgado e cumprir sua função digestiva -, é chamado de vias biliares. Esses canais abrangem o fígado (intra-hepáticos) e outros fora dele (extra-hepáticos). Conhecido por produzir a insulina, o pâncreas é uma glândula com papéis importantes no sistema endócrino e no processo de digestão dos alimentos.

Os cálculos biliares são depósitos de material sólido (predominantemente de cristais de colesterol), na vesícula biliar. A maioria dos distúrbios da vesícula biliar e dos dutos biliares é provocada por cálculos biliares. No mundo ocidental, o principal componente dos cálculos biliares é o colesterol, uma gordura (lipídio) que normalmente se dissolve na bile (mas não em água). Quando o fígado secreta colesterol em excesso, a bile fica saturada com colesterol.
A pancreatite é a principal causa do surgimento de cistos, pequenas “bolsas” que podem conter líquido. Os cistos podem levar à obstrução gastrointestinal, icterícia e anemia.
Chamada de pancreatite, a inflamação do pâncreas pode ser aguda ou crônica. Embora tenham causas semelhantes, a aguda causa dor abdominal violenta e súbita, enquanto a crônica está relacionada à incapacidade de o pâncreas funcionar normalmente, o que causar a insuficiência do órgão.
Raro, o câncer de vesícula pode não apresentar sintomas, uma vez que o tamanho e a localização da vesícula biliar facilitam o seu crescimento sem que ele seja detectado. Quando existentes, os sintomas incluem febre, dor abdominal, icterícia, entre outros.
O câncer de pâncreas apresenta alta taxa de mortalidade, com comportamento agressivo, pelo fato de ser de difícil detecção e registrar diagnósticos tardios. No Brasil, é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de mortes causadas pela doença.
Raro mas agressivo, o câncer das vias biliares é resultado do crescimento de um tumor nos canais que transportam a bile produzida no fígado para a vesícula biliar. Registra menos de 15 mil casos por ano, no Brasil.

 

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