Diagnóstico precoce é fundamental para a cura do câncer de próstata

O câncer de próstata é o segundo mais comum entre homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma e acomete um em cada seis pessoas. Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), a estimativa para 2016 é de 61.200 novos casos.

Pesquisas revelam que as chances de cura chegam a 90% quando a doença é diagnosticada no início. A recomendação é que homens realizem o exame com frequência a partir dos 45 anos, aumentando a atenção a cada década, já que a incidência aumenta progressivamente com a idade. A ocorrência da doença é mais comum depois dos 40, mas se houver casos na família, o risco de aparecimento precoce é maior. A maioria dos casos, para quem não tem histórico familiar, ocorre a partir dos 65 anos.

Por medo e desconhecimento, alguns homens deixam os exames de lado e correm o risco de descobrirem  a doença quando já está em estágio avançado. O principal motivo que afasta os homens da visita ao médico é o exame de toque, responsável por detectar qualquer alteração na próstata.

Para um diagnóstico completo é preciso realizar o exame de toque e o exame de sangue, que é chamado Antígeno Prostático Específico (PSA) e identifica algumas enzimas produzidas pela próstata. Os exames são recomendados anualmente, mas o médico urologista é quem determina a frequência das consultas e exames.

A cirurgia robótica é um dos tratamentos mais modernos para o câncer de próstata. O procedimento é minimamente invasivo e com alto nível de precisão e segurança, o que permite uma recuperação mais rápida.