A importância da vitamina D para o organismo

Muito se fala em vitamina D e na sua importância para a saúde. Seus principais benefícios são regular a absorção de cálcio e fósforo pelo organismo, manter o cérebro funcionando, fortificar ossos, dentes e músculos. Para as mulheres, ela é fundamental na prevenção da osteoporose. Já a sua ausência está relacionada a várias doenças, como infecções virais e bacterianas, doenças inflamatórias intestinais, doenças autoimunes, cardiovasculares e neurodegenerativas.

A vitamina D é um hormônio esteroide que se desenvolve em nosso organismo somente com a exposição ao sol, ou seja, ela não é produzida naturalmente. De acordo com dermatologistas, apesar de o sol ser essencial para a absorção da vitamina, não é preciso exagerar. Dez minutos diários de exposição, antes das 10h ou após às 16h, já é suficiente, porém, vale ressaltar que para que o organismo absorva a vitamina D, a exposição ao sol deve ser feita sem o uso do protetor solar. Também não é necessário ficar exposto na piscina ou na praia. Atividades simples, como caminhadas e prática de exercícios ao ar livre, já fornecem a quantidade diária necessária que o organismo precisa.

A alimentação também é uma aliada para ajudar a manter os níveis da vitamina D equilibrados. Ela pode ser encontrada nos peixes de água salgada, como sardinha e salmão; na carne; no leite; nos ovos; na manteiga; nas castanhas e nozes; no feijão; na couve e no espinafre.

Nos últimos anos, segundo a dermatologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Dra. Juliana Nakano, vem crescendo o número de pessoas com deficiência de vitamina D no organismo, muito provavelmente pela pouca exposição solar associada ou não a uma dieta inadequada. “Nesse caso, corrigimos essa deficiência com suplementos orais.”.

​Porém, seu uso deve ser feito apenas com recomendação médica, pois em excesso, a vitamina D aumenta a concentração de cálcio no sangue, o que favorece a formação de cálculos renais. Os sintomas mais comuns de intoxicação pela vitamina D são as náuseas, a sede, a fraqueza, o nervosismo, o aumento da pressão arterial e a vontade de urinar.