Núcleo de Esôfago e Estômago

Completamente interligados, o esôfago e o estômago funcionam em parceria. O esôfago é um tubo oco que conecta a garganta (faringe) ao estômago. O primeiro faz com que os alimentos ingeridos cheguem ao estômago por meio de contrações musculares rítmicas das paredes esofágicas, denominadas movimentos peristálticos.

Refluxo gastroesofágico é o retorno involuntário e repetitivo do conteúdo do estômago para o esôfago. Os alimentos mastigados na boca passam pela faringe, pelo esôfago (um tubo que desce pelo tórax na frente da coluna vertebral) e caem no estômago, situado no abdômen. O retorno deste material pode causar ou não lesões no esôfago. Quando isso ocorre, de forma constante, acontece a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE).
Quinto tumor maligno mais frequente do trato gastrintestinal, o câncer de esôfago é menos frequente que os de colorretal, pâncreas, estômago e fígado.
O câncer de estômago ou gástrico pode não apresentar nenhum sintoma no início. Devido às características anatômicas do estômago, o câncer pode se disseminar para o fígado, pulmão e principalmente para o sistema linfático.
Megaesôfago é o alargamento do esôfago que pode apresentar como sintomas dificuldade de deglutição, sensação de entalo e ainda, dor torácica, regurgitação e emagrecimento.
Na hérnia hiatal, parte do estômago invade a cavidade torácica por meio de uma abertura onde o tubo alimentar (esôfago) liga-se ao estômago. A hérnia de hiato pode não apresentar sintomas. Em alguns casos, pode estar associada à azia e desconforto abdominal.
A úlcera péptica é uma ferida que ocorre na camada de revestimento interno do tubo digestivo superior, chamada mucosa. Esta pode estar localizada no estômago (úlcera gástrica) ou na primeira porção do intestino delgado (úlcera duodenal).

 

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